Artigo:
É preciso criar o amanhã |
Sem dúvida nenhuma estamos vivendo a era de maiores transformações
da história da humanidade. Em nenhum outro tempo, nenhuma outra
época, experimentamos tantas mudanças ao mesmo tempo. A única
certeza estável que temos hoje em dia é a certeza de que tudo vai
mudar! Quem nasceu nos séculos 16 à 19, começou o século e terminou
o século usando os mesmos atributos de tecnologia. Quem nasceu no
século XX iniciou o século de uma forma absolutamente diferente de
como irá terminá-lo. Não temos a idéia exata dos "sustos"
tecnológicos que iremos tomar até o seu final. Essa consciência de
um mundo em extrema e rápida mudança é que poucas pessoas têm. Daí
sentirmos uma certa inquietude dentro de nós, produto de nossa
rápida obsolescência tecnológica e mesmo de valores.
As empresas, o mercado, as pessoas, o comportamento do
consumidor, nunca tiveram que mudar tanto e rapidamente. O ciclo de
vida dos produtos é cada vez mais curto. Graças a esse processo de
aceleração da história, a própria figura do vendedor mudou.
Suas habilidades do passado nem sempre são fatores de
sucesso no mercado de hoje. Vender, hoje, é muito mais cérebro do
que músculos! Vender hoje é conhecer, exatamente quem é o cliente, o
que ele quer, como ele quer a entrega, como deseja e pode pagar,
quem exerce influência sobre ele, o que a concorrência vem fazendo e
oferecendo, etc.., etc.. vender, hoje, é administrar de maneira
eficaz as alternativas de compra. Administrar é ter controle, é
exercer poder, é controlar. Contingências são o ambiente, a razão
que faz com que alguém tome determinada atitude de comprar.
Assim, prestar serviço é a nova maneira de vencer a
partida. Venderá mais aquele que tornar-se um verdadeiro
profissional que presta serviços aos seus clientes. Prometer só o
que pode cumprir e cumprir com o que promete. Estudar o cliente
antes da visita, fazendo um verdadeiro e completo exercício de
"pré-venda" e esmerando-se no atendimento "pós-venda". Vendedores à
moda antiga, os vendossauros, que somente se preocupavam com a
"entrevista de venda" sem prepará-la, sem conhecer, profunda e
totalmente seu cliente, estão fadados ao fracasso.
De nada adiantam visitas
constantes e mal preparadas. De nada adianta a presença desinformada
do vendedor, que não sabe o giro de seus produtos nas gôndolas e das
preferências de seu produto naquela área, para determinados tipos de
clientes. O vendedor tem que transformar-se num verdadeiro
"profissional de vendas" e só assim sobreviverá aos desafios da
competitividade deste novo milênio.
Vamos crescer com aquilo que chamam de crise. O ano de
2000 será para as empresas e empresários um ano de aprendizado. Os
anos seguintes serão muito mais competitivos. A globalização se fará
mais presente e a concorrência será mais acirrada. Não estaremos
competindo com as empresas de nossa cidade, do nosso estado ou mesmo
do nosso país. Estaremos competindo globalmente.
Irá sobreviver a empresa que tiver competência,
estrutura de custos, caixa forte e pessoal altamente qualificado
para produzir com qualidade e prestar o melhor serviço aos clientes
e ir além, reinventar o seu segmento, surpreendendo o cliente com
produtos e serviços fundamentalmente novos.
A verdade, porém, é que apesar de todos os processos de
qualidade implantado em empresas, muito poucas tem se preocupado em
construir a empresa no futuro. O sucesso hoje não garante o sucesso
de amanhã. É preciso criar o amanhã. É preciso
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Gilclér Regina, autor dos livros
No Topo do Mundo – Motivados para Vencer
e Você Pode Mudar sua Vida – Pense
Nisso!, com 200 mil livros
vendidos. Autor do livro "A arte de saber viver" - Editora Gente.
Palestrante em Convenções de Vendas e Congressos de RH .
Autor do CD "Motivação & Sucesso"
com 140 mil cópias vendidas. Apresentador do programa
"Motivação & Sucesso" pela Rede Novo Tempo de Comunicação.
www.ceag.com.br (44)
227-0697
ceag@ceag.com.br
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"As empresas, o mercado, as
pessoas, o comportamento do consumidor, nunca tiveram que mudar tanto
e rapidamente. O ciclo de vida dos produtos é cada vez mais curto.
Graças a esse processo de aceleração da história, a própria figura do
vendedor mudou".
Gilclér Regina
www.ceag.com.br
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